Toda proposta promete resultado. Poucas respondem quem, exatamente, conduz a conversa com a sua base no momento mais delicado da relação. Esta página responde.
O mesmo cliente pode ser tratado por qualquer uma delas. Quem decide qual, em que momento e em que ordem não é o canal nem o operador: é o método.
Negocia por telefone dentro da faixa parametrizada pelo contratante, em modo ativo e receptivo, com formalização de acordo e emissão de protocolo. Identifica-se como virtual desde a abertura.
WhatsApp e chat com contexto mantido entre interações. O cliente retoma a conversa de onde parou, sem repetir identificação.
Acesso por CPF ou CNPJ, simulação, acordo e pagamento em um único fluxo, sem operador, com a identidade visual do contratante.
Time próprio em regime CLT, formado por carteira, para o que exige julgamento. Destino automático do que sai do escopo digital.
O orquestrador lê propensão, histórico de engajamento e momento da dívida antes de decidir por onde acionar. A transferência entre frentes preserva o histórico e o protocolo, e quem abandona a chamada é retomado por texto no mesmo dia, dentro da mesma régua.
A formação não é um treinamento de boas-vindas. É uma trilha com avaliação, mentoria e reciclagem pautada pelo que a operação mostra.
Formação técnica de negociação e recuperação por tipo de produto e de operação, na Solucz Academy, presencial e a distância.
Inteligência emocional, experiência do cliente e a regra regulatória aplicada àquela carteira específica.
Entrada assistida: acompanhamento nos primeiros noventa dias, com mentoria de um líder designado e avaliação antes da atuação plena.
O conteúdo é revisado a partir do que a monitoria aponta como lacuna real, não por calendário fixo.
Toda gravação de voz e todo atendimento de texto passam por transcrição e análise, com curadoria humana sobre o resultado. A monitoria deixa de ser conferência por amostragem e passa a ser leitura integral da carteira.
Chamadas ativas e receptivas, agentes virtuais, WhatsApp e chat. Transcrição com separação por interlocutor.
Escolha lexical, tom emocional, estrutura argumentativa, hesitação, repetição e desvio de assunto.
Recorte de carteira, ajuste de script, calibragem de oferta e prioridade de treinamento por operador.
O achado vira orientação escrita, com a formulação exata que converteu e a que não converteu.
A Academy transforma a orientação em módulo, usando o trecho real da interação como caso de estudo.
O script é atualizado e submetido ao contratante. Nada entra em produção sem aprovação e data de vigência.
A análise seguinte mede se a orientação foi absorvida e reabre o ciclo onde não foi.
Exemplos reais de ajuste levados à capacitação, a partir do que a análise das conversas apontou.
"Consta débito em aberto na sua unidade consumidora."
"Consta uma conta de luz em aberto nesse endereço. Antes de falar em valor, me conta como está o seu mês, que a gente vê junto o que cabe."
"Se não pagar, o fornecimento pode ser interrompido."
"Essa condição vale até sexta. Deixando para depois, entra a taxa de religação e a conta cresce. Fechando agora você paga menos: qual opção cabe melhor no seu mês?"
Jargão que afasta sai. Urgência genérica vira prazo real e comparação de custo. A mudança nasce da leitura das interações, não de um manual de técnicas de negociação.
Dois atendimentos reproduzidos por texto, com dados fictícios. No primeiro, o agente virtual conduz do início ao acordo. No segundo, a conversa pede uma pessoa e a régua encaminha, com o histórico preservado. Onde cada rota começa é decisão do contratante. Acompanhe ao lado o que o método faz em cada etapa.
O agente se apresenta como virtual na primeira linha, em nome do credor. Nada de fingir ser humano.
Nenhum valor aparece antes da confirmação de titularidade. O fluxo não avança sem validação.
Texto às 14h para este perfil não foi sorteio. O orquestrador leu histórico de engajamento e propensão antes de escolher por onde e quando falar.
O agente virtual sonda o orçamento em vez de despejar tabela. A proposta nasce do que a pessoa disse que cabe.
Desconto, prazo e parcela são parâmetros do contratante. O agente não inventa condição fora da política vigente.
A curadoria não entrou aqui: ela agiu antes, no treino do agente, e age depois, na monitoria de 100% das interações.
Fechado dentro da própria interação, com protocolo emitido. Promessa de pagamento não é acordo formalizado.
O status volta para a base do contratante por integração, com gravação e protocolo disponíveis para auditoria.
O agente virtual se apresenta como virtual desde a primeira linha, em nome do credor. Nada de fingir ser humano.
Nenhuma informação financeira aparece antes da confirmação de titularidade. O fluxo não avança sem validação.
O script foi reescrito pela análise das interações: jargão que afasta o consumidor sai, linguagem que resolve entra.
A conversa revela dificuldade real e a régua encaminha para negociador humano, preservando todo o histórico: ninguém pede os dados de novo. O critério é parametrizado pelo contratante, não improvisado pelo agente.
A análise mostrou onde a negociação quebra: falta de sondagem. O negociador pergunta antes de propor, e a proposta nasce do que cabe no orçamento.
Condições parametrizadas pelo contratante, calculadas na hora. O agente não inventa condição fora da política.
O acordo é fechado dentro da própria interação, com protocolo emitido. Promessa de pagamento não é acordo formalizado.
Protocolo, gravação da conversa e retorno conciliado com a base do contratante, disponíveis para auditoria.
Simulação com dados fictícios, construída a partir de padrões reais de atendimento. Nomes, valores e credor são ilustrativos.
Enquanto o mercado persegue a IA que decide sozinha, a Solucz coloca especialistas regendo a IA. O Núcleo de Curadoria treina, afina e supervisiona os agentes virtuais: tom, conduta e qualidade da conversa são responsabilidade de gente, não do modelo. É o que separa automação com método de automação solta, e o diferencial mais difícil de um concorrente copiar.
Fale com um especialista e conheça a estrutura que opera a sua carteira antes do primeiro acionamento.
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