Onde atuamos

Cada carteira cobra
de um jeito diferente

A régua que funciona para uma fatura de energia não serve para um cooperado com dez anos de relacionamento. O método é o mesmo. O que muda é a leitura, a cadência e a formação de quem conversa.

As verticais

O que muda em cada contexto

Vertical 01

Serviços financeiros

Bancos, financeiras, cooperativas de crédito e fintechs. Carteiras com produto diverso, faixas de atraso longas e exigência regulatória alta.

O que muda na régua

Segmentação por produto e por safra, não apenas por dias de atraso. Tratamento distinto para quem tem histórico de relacionamento e para quem entrou na base recentemente.

O que muda na formação

Trilha com vocabulário de crédito, condições de renegociação por produto e regra regulatória aplicada, incluindo a Lei do Superendividamento.

Vertical 02

Utilities

Energia, saneamento e telecom. Alta volumetria, ticket baixo, forte componente territorial e janelas legais de acionamento a respeitar.

O que muda na régua

Leitura território a território, do estado à unidade individual, com grupo tarifário e concentração por município orientando prioridade. Detecção de conflito é crítica: aviso de corte e oferta de acordo não podem sair no mesmo dia.

O que muda na formação

Condução de conversa difícil, linguagem sem jargão técnico de concessionária e domínio do custo de religação como argumento real de negociação.

Vertical 03

Varejo e indústria

Do consumidor final ao cliente atacado. Sazonalidade forte e relação comercial que precisa sobreviver à cobrança.

O que muda na régua

Cadência ajustada ao calendário comercial e campanhas de recuperação em janelas específicas, com preservação da recompra como critério de desenho.

O que muda na formação

Negociação orientada à continuidade da relação: recuperar sem custar a próxima venda.

Vertical 04

Saúde e educação

Operadoras, clínicas e instituições de ensino. Vínculo continuado, sensibilidade alta e inadimplência que muitas vezes é circunstancial.

O que muda na régua

Prioridade para a manutenção do vínculo, com condições que viabilizem a permanência do beneficiário ou do aluno em vez do encerramento do contrato.

O que muda na formação

Sensibilidade no tratamento de dificuldade financeira declarada e domínio das regras de suspensão e reativação de cada tipo de contrato.

As fases da dívida

Da fatura que ainda
vai vencer ao judicial

A maioria dos contratos começa em uma fase e se expande para as outras. A Solucz opera a régua inteira com o mesmo método e o mesmo motor, então a carteira não precisa trocar de fornecedor quando muda de estágio.

Antes do vencimento

Gestão de recebíveis

Acompanhamento da carteira a receber e conciliação do que entra. Enxergar o risco antes de ele virar atraso é o que reduz o volume que chega às fases seguintes.

Vencimento próximo

Cobrança preventiva

Lembrete no canal certo, no momento certo, com tom de serviço e não de cobrança. Preserva a relação e evita que a conta entre em atraso.

Em atraso

Administrativa e extrajudicial

O núcleo da operação. Régua hiperpersonalizada por perfil, agentes virtuais sob curadoria humana, negociação dentro da política do contratante e acordo formalizado.

Último estágio

Cobrança judicial

Quando o extrajudicial se esgota, a carteira segue para a via judicial sem recomeçar do zero: o histórico de tentativas, contatos e propostas vai junto e sustenta a ação.

Uma régua, um métodoO contratante decide onde entra. Pode começar pela fase mais crítica e expandir depois, ou entregar a régua inteira desde o primeiro dia. A leitura da carteira, a governança e a monitoria são as mesmas em qualquer estágio.
Recorte especial

Recuperar de quem também
é dono do negócio

No cooperativismo, o cooperado é cliente e proprietário ao mesmo tempo. Recuperar sem desgastar o vínculo associativo exige tom, canal e momento decididos caso a caso, com rastro de cada decisão.

Três tensões que a régua genérica não resolve

São elas que separam uma operação de cobrança de uma operação de cooperativa.

Vínculo associativo

A régua genérica cobra igual quem tem dez anos de relacionamento e quem abriu conta ontem. O mesmo atraso pede abordagens diferentes conforme histórico, produto e agência.

Sistema heterogêneo

Singulares com porte, maturidade e capacidade operacional distintas. Padronizar a política sem retirar a autonomia local é o problema real de quem coordena o sistema.

Perda esperada

Com a migração para o modelo de perda esperada, o momento em que o contato acontece deixou de ser detalhe operacional e passou a afetar provisão e resultado.

Como começa

Padrão na central.
Autonomia na singular.

A camada de orquestração existe para resolver o problema de coordenação: política definida uma vez, parâmetro ajustado localmente, resultado consolidado em um só lugar.

01

Leitura da carteira

Diagnóstico por faixa de atraso, produto e unidade, sobre a base real. Sem custo e sem compromisso.

02

Piloto controlado

Régua desenhada em conjunto e operada em um recorte selecionado, medida contra a linha de base atual de recuperação.

03

Padrão replicável

A régua homologada vira template do sistema, com parâmetros locais por unidade e consolidação central.

A central define a política. A singular ajusta o parâmetro. O orquestrador registra as duas coisas.

Comece pela leitura
da sua carteira

O diagnóstico é feito sobre a sua base real, sem custo e sem compromisso. É de lá que sai a régua.

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